Sutra da Proteção Suprema, explicação pela Mestra Chueh Yun

Segunda-feira, 6 de Abril, a Mestra Chueh Yun estará no Templo de Lisboa da BLIA para comentar e explicar o Sutra da Proteção Suprema. Das 20h30 às 22h
mestra
ENTRADA LIVRE e aberta a todos.
Confirmações para o email joaocsmagalhaes@gmail.com ou pelo evento no Facebook.
BLIA – Associação Internacional Buddha´s Light de Lisboa
Rua Centieira, nº 35
1800-056 Lisboa Portugal

A vacuidade – próximo tema do grupo de estudos budista

“Vacuidade” é um termo muito especial no budismo. Significa “destituído de aspeto permanente, definitivo ou absoluto”. O Buda ensinou que tudo o que existe no universo dos fenómenos é vazio. Não há nada permanente, definitivo ou absoluto. Nada é essencialmente estável. É importante captar a ideia de vacuidade, assim como a de impermanência, para entender os ensinamentos do Buda.

No dia 12 de Março, pelas 19h teremos mais uma sessão do estudo de Budismo Puro e Simples. Desta vez, vamos abordar a Vacuidade.
O nosso programa será das 19h às 19h30 reflexão sobre a vacuidade, das 19h30 às 20h00 meditação Chan.

As inscrições são para o email: geralg2@ibps.pt

Atividades e cerimónias budistas em Março

Dia 5 de Março vamos iniciar o estudo do livro do Grande Mestre Hsing Yun –  Budismo Puro e Simples – Sutra das Oito Percepções dos Grandes Seres. Ver mais aqui…
Rua da Centieira 35, metro: Cabo ruivo

Cerimónias budistas no templo

01.03  Domingo  16:30 a 18:00  Sutra de Buda de Medicina e ensinamento da Mestra (17:30 a 18:00)
05.03 Quinta Feira  7;30 a 8;30  oferenda lamparina á Buda
08.03  domingo 16:30 a 18:00 recitação de Sutra de Diamante e ensinamento da Mestra (17:30 a 18:00)
20.03 Sexta feira 7;30 a 8;30  oferenda lamparina á Buda
28 e 29 de Março Sábado e Domingo  horário a comunicar, todo o dia, cerimónia salvação de antepassados e todos os seres

Elementos de existência

Os elementos da existência (dharmas) são aparências momentâneas, vislumbres momentâneos do mundo fenoménico provenientes de uma fonte desconhecida. Tal como são separados, digamos assim, em extensão, não estando interligados por nenhuma substância que tudo permeia, estão também separados em profundidade e em duração, uma vez que prevalecem apenas por um momento (kşana). Desaparecem assim que aparecem, para serem seguidos no momento seguinte por outra existência momentânea. Assim, um momento torna-se sinónimo de um elemento (dharma), dois momentos são dois elementos distintos. Um elemento torna-se, então, algo com um ponto no espaço-tempo. … Consequentemente, os elementos não mudam, mas desaparecem, o mundo torna-se uma sala de cinema. O desaparecimento é a própria essência da existência; o que não desaparece não existe. Uma causa para os Budistas não é uma causa real mas um momento precedente, o qual da mesma forma surgiu do nada para desaparecer no nada.

(Stcherbatsky, 1956)

Fonte: The Buddhist Unconscious – The ālaya-vijñāna in the context of Indian Buddhist thought – William S. Waldron

Dharmas são os tijolos do mundo de fenómenos em que prevalecemos temporariamente em permanente mudança. De facto, todo o mundo de fenómenos é construído nestes tijolos momentâneos que surgem do nada e se desvanecem em nada para dar lugar a outro dharma.

A duração da nossa vida ilusória não é mais que o somatório de dharmas sucessivos e concomitantes que surgem e desaparecem numa sucessão que não nos é percetível. Mudamos a cada momento, alterando as características físicas e psicológicas (ālaya) a cada instante. Amanhã acordaremos e não somos o mesmo que eramos ontem. Essa entidade desapareceu no nada para sempre, restando apenas a memória de algo que fomos e de acontecimentos que fabricámos na nossa mente. Um dharma ou dharmas concomitantes não são, assim, a causa de outro(s) dharma(s) mas apenas estabelecem as condições em que esse(s) dharma(s) se manifestará(ão), estabelecendo uma corrente espácio-temporal na qual existimos – e os fenómenos – enquanto as causas e condições não se alterem significativamente e nos façam desintegrar nos triliões de dharmas  que condicionam e sustentam a nossa existência neste plano.

A conclusão lógica é que somos vazios de existência intrínseca. Somos apenas uma manifestação momentânea e karmicamente condicionada de um conjunto de dharmas evanescentes. Escrevo estas linhas e por cada letra que escrevo já não sou o mesmo que escreveu a anterior. Mudo permanentemente assumindo nova existência a cada momento.

Apenas numa coisa sou perene e permanente: na minha mente primordial, a mente búdica. Acredito nisto mas não o vejo. Obscurecimentos acumulados por milhões de existências e tendências habituais profundamente instaladas na minha corrente mental não me deixam ver. Que pena! A budeidade deve ser algo de maravilhoso.

Diálogos Inter-Religiosos Budismo

A Junta de Freguesia dos Olivais através da sua Casa da Cultura em parceria com a  Associação Cultural Gomes Freire de Andrade, tem o prazer de convidar v/Exa a assistir ao  Ciclo Diálogos Inter-Religiosos dedicados ao budismo Budismo, cito na Rua Conselheiro Mariano de Carvalho 68 – Olivais Velho

Informações: 218 533  527
Email:  cultura@jf-olivais.pt

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Agenda do Grupo de Estudos de Budismo Puro e Simples

A partir de Março teremos o grupo de estudos do livro do Grande Mestre Hsing Yun –  Budismo Puro e Simples – Sutra das Oito Percepções dos Grandes Seres
19:00 a 20:00  Estudo
20:00 a 20:15 Snack
20:15 a 21:00 Meditação
05.03    primeira percepção de pagina 11 a 24 em que vamos falar sobre impertinência, vacuidade, os cinco skandhas
12.03 de pagina de 24 a 32, vamos reflectir e falar sobre A mente é a raiz do mal e as quatro contemplações
19.03 segunda percepção A Cobiça é a causa do sofrimento , pagina 33 a 41
26.03 terceira percepção o contentamento é a fonte da felicidade, de pagina 43 a 47
02.04 quarta percepção A Indolência leva à Ruína de pagina 49 a 56
09.04 quinta percepção Estude com Afinco, ouça com atenção, de pagina 57 a 67
16.04 sexta percepção A Importância da Generosidade , de página 69 a 78
23.04 Sétima Percepção A Moralidade promove o auto-controlo de página 79 a 87
30.04 oitava Percepção, O Voto do Mahayana , de página 89 a 95
07.05 Conclusão, Aproximando-nos do despertar, de 97 a 99
Se tiver inscrição de mais de 5 pessoas abriremos também um grupo aos Sábados, de inicio a 5 de Março.

Cerimónia de Transferência de Méritos para os antepassados

O templo Fo Guang Shan vai realizar uma cerimónia de Transferência de Méritos para os antepassados (Cerimónia de Ullambana) nos dias 09 e 10 de Agosto, para a qual vos convida a participar no seguinte plano:

Dia 09
07:30 / 09:00 – 1ª parte
12:00 / 13:45 – 2ª parte
14:00 / 15:15 – 3ª parte
15:30 / 16:45 – 4ª parte
NOTA: As sessões são em Mandarim neste dia.

Dia 10
07:30 / 09:00 – 1ª parte
12:00 / 13:45 – 2ª parte
14:00 / 15:15 – 3ª parte
15:30 / 17:15 – 4ª parte
NOTA: As sessões são acompanhadas através do Sutra da Cerimónia do Compassivo Arrependimento das Águas Samádicas, em português.

A virtude dos bons atos – Shakyamuni

“Assim como as pedras preciosas são tiradas da terra, a virtude surge
dos bons atos e a sabedoria nasce da mente pura e tranquila.
Para se andar com segurança, nos labirintos da vida humana, é necessário
que se tenham como guias a luz da sabedoria e virtude.”
Shakyamuni

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