A perspetiva budista dos direitos das mulheres – um ebook

Neste mundo, tudo se expressa pelos seus próprios termos e à sua maneira. Por exemplo, a água é suave e, no entanto, também pode ser extremamente poderosa. As flores são delicadas e bonitas, mas é exatamente por isso que elas são atraentes. Quando as crianças não conseguem o que querem, costumam chorar para convencer os pais. Chorar é o modo como as crianças expressam o seu ponto de vista. Os homens usam fatos de negócios, sapatos finos de couro e caminham carismáticos. As mulheres também querem expressar o seu apelo inato, a beleza.

A beleza não é apenas uma visão superficial do físico. Uma mulher pode expressar a sua beleza através da generosidade, meticulosidade e diligência. Cada uma dessas características pode ser uma expressão da singularidade e da substância interior de uma mulher. O importante é saber como expressar essas características. A situação é semelhante a alguém que cultiva a prática budista – essa pessoa também deve aprender a expressar a sua compaixão e paciência, porque compaixão e paciência são os seus pontos fortes.

A perspetiva budista dos direitos das mulheres – Ven. Mestre Hsing Yun

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Prece para a libertação de apegos emocionais

pelo Venerável Mestre Hsing Yün

Ó grande e compassivo Buda!
Tens ouvido uma voz humilde,
Que reza a ti com sinceridade?

Ó, Buda!
Eu tenho afundado numa lama de apegos emocionais;
Se eu não me levantar,
Afogo-me aqui, agora mesmo!
Tenho-me agarrado a uma teia de apegos emocionais;
Se eu não escapar,
Sufoco aqui, agora mesmo!

Ó grande e compassivo Buda!
Rezo para que me concedas a força necessária
Para escapar da prisão dos apegos emocionais;
Rezo para que me concedas a coragem
Que me permitirá marchar em direção a um novo futuro.

Tantos amigos e parentes aconselham-me:
O amor romântico é como
A arrebentação das ondas no oceano;
As pessoas que se arriscam, ao brincar nas ondas,
Acabarão por ser devoradas pela aparentemente
Bela rebentação das águas do oceano.
Entretanto, eu que ainda ajo sem princípios, agarro-me a ilusões;
Eu sei que “o oceano do amor tem ondas de 100 pés”,
E, ainda assim, eu desconsidero os perigos;
Sei que “o oceano do sofrimento tem uma centena de ondas de rebentação”,
E, ainda assim, não sei como voltar atrás.

Muitos sábios e pessoas virtuosas dizem-me:
“O amor romântico é como comer mel na lâmina de uma faca;
mais cedo ou mais tarde, serás cortado pelo seu corte afiado”.
Entretanto, eu, que tenho apegos emocionais profundos,
Não me consigo controlar;
Quanto tempo perco!
Quantas oportunidades deixo passar!

Ó grande e compassivo Buda!
Por meio da tua habilidade e tranquilidade,
Por favor, deixa-me obter a realização da natureza intrínseca do amor;
Por meio da tua compaixão e sinceridade,
Por favor, deixa-me criar a Terra Pura neste mundo humano.

Devo purificar e expandir
O amor romântico e transformá-lo em
Amor pela sociedade e pela nação;
Devo elevar o amor a um nível mais alto
E transcendê-lo, para que, então, ele se transforme
Num serviço sem interesses nem expectativas.

Ó grande e compassivo Buda!
Por causa do apego emocional,
Tantas pessoas se prejudicaram
E tantas outras causaram tragédias.

Ó Buda, rezo pela Tua proteção:
Que possamos elevar o amor a um nível mais alto pela razão;
Que possamos purificar o amor pela compaixão;
Que possamos governar o amor pela moralidade;
Que possamos guiar o amor pela ética.

Ó grande e compassivo Buda!
De agora em diante, vou renunciar às horríveis algemas do apego emocional,
E trazer à cena o amor benevolente e genuíno;
De agora em diante, vou distanciar-me do sofrimento,
Causado por alternar entre amor e ódio,
E criar uma vida de compaixão e sabedoria.

Rezo para que, de agora em diante:
O afeto e o amor ao Dharma transbordem
E tranquilize a vida de todas as pessoas;
O afeto e o amor ao Darma preencham todo o universo
E motive a carreira de todas as pessoas.

Ó grande e compassivo Buda!
Por favor, aceita a minha prece mais sincera!
Ó grande e compassivo Buda!
Por favor, aceita a minha prece mais sincera!

Prece para o descanso ao final do dia

pelo Venerável Mestre Hsing Yün

Ó grande e compassivo Buda!
O dia de hoje chegou ao fim.
Embora eu seja incapaz de parar o curso do tempo,
Rezo a ti, Buda,
Para que me permitas compreender
O real significado da impermanência;
Embora eu seja incapaz de seguir os passos do
Nascer e do pôr-do-sol,
Rezo a ti, Buda,
Para que me permitas ver,
Claramente, o real valor da vida.

Neste dia que chegou ao fim,
Eu acabei com a ilusão e com a ignorância
E pus fim às preocupações e às agitações.
Mas, contando com a tua compaixão e virtude inspiradoras,
Com a tua sabedoria e orientação,
Passei o dia em completa segurança.

De hoje em diante, que eu possa ser
Como as pontes e estradas
Que trazem ao mundo boas causas e boas condições;
Como a chuva refrescante do verão e o orvalho
Que aliviam a aflição e o cansaço dos seres sencientes;
Como a floresta e as árvores mais antigas
Que provêm sombra e alento às pessoas;
Como o sol, a lua e as estrelas,
Que iluminam a todos os seres que tomaram o caminho errado.

Ó grande e compassivo Buda!
O dia de hoje chegou ao fim.
E numa noite como esta,
Posso sentir como o tempo passa rapidamente.
Como um peixe que nada num pequeno aquário,
Sei que o tempo é curto.
Não posso evitar sentir a impermanência da vida.

Apenas posso rezar a ti,
Grande Buda:
Que eu possa ter uma mente magnânima
E perdoar os meus inimigos que me insultaram;
Que eu possa ter uma mente grata
E retribuir aos meus amigos que me ajudaram;
Que eu possa ter uma mente de sabedoria prajna
E refletir sobre as minhas próprias falhas;
Que eu possa ter uma mente zelosa e próspera
E carregar comigo os teus ensinamentos compassivos.

Ó grande e compassivo Buda!
Agradeço muito pelos teus ensinamentos e orientação:
Que eu possa abandonar as armas da raiva e da vingança,
E usufruir a alegria refrescante de ouvir as tuas palavras e meditar nas bem-aventuranças do Dharma.
Que eu possa livrar-me das algemas do apego
E libertar a minha mente e o meu corpo.

Ó grande e compassivo Buda!
O dia de hoje chegou ao fim e a minha vida está um dia mais curta.
Rezo pela tua bênção.
De hoje em diante, que eu possa
Não ter medo, nem ilusão,
Nem preocupação, nem pesadelo.
Contando com o apoio do teu grande poder
Que eu possa levantar-me e também descansar contigo,
E experimentar o regozijo sem limite.
Que eu possa encontrar a verdade absoluta
E ter vida eterna.

Ó grande e compassivo Buda!
Por favor, aceita a minha prece mais sincera!
Ó grande e compassivo Buda!
Por favor, aceita a minha prece mais sincera!

Prece para o despertar pela manhã

pelo Venerável Mestre Hsing Yün

Ó grande e compassivo Buda!
Hoje é o começo de um novo dia!
Diz-se que “o amanhecer é a melhor hora do dia”.

Numa manhã tão auspiciosa,
Reflito sobre o que se passou:
Eu cometi erros,
Mas nunca perdi a esperança;
Eu fiquei triste,
Mas pude descansar a minha mente com serenidade;
Eu fui caluniado,
Mas compreendi que tudo na vida surge e desaparece de acordo com causas e condições;
Eu derramei lágrimas,
Mas acreditei que amanhã será um dia melhor.

Hoje, sob as bênçãos e proteção
Da tua luz de compaixão, ó Buda,
Rezo a ti para que me dês coragem
Para encarar todos os desafios de hoje;
Rezo a ti para que me dês paciência
Para aceitar todas as derrotas de hoje;
Rezo a ti para que me dês força
Para suportar todo o trabalho de hoje;
Rezo a ti para que me concedas sabedoria
Para que possa ser grato a todas as causas e condições de hoje.

Ó grande e compassivo Buda!
Por favor, ajuda-me a revelar a minha sabedoria;
Por favor, ajuda-me a abrir a minha mente.
Que eu esteja apto a apreciar as maravilhas do céu e da terra;
Que eu esteja apto a agradecer ao calor da humanidade;
Que eu esteja apto a obter a ajuda dos amigos;
Que eu esteja apto a compreender o refinado tesouro do Dharma.

Ó grande e compassivo Buda!
Ajuda-me a ter um coração grandioso:
Que ao longo do dia eu possa doar, com alegria;
Que ao longo do dia eu possa, com boa vontade, criar vínculos com os outros;
Que ao longo do dia eu possa praticar o amor, a compaixão, o contentamento e a equanimidade;
Que ao longo do dia eu possa tratar as pessoas com tolerância e generosidade.

Ó grande e compassivo Buda!
Ajuda-me a ser um guerreiro:
Que eu possa purificar os meus pensamentos;
Que eu possa contribuir com os demais, frequentemente;
Que eu possa abster-me do mal;
Que eu possa apenas fazer o bem.

Ó grande e compassivo Buda!
Por favor, abençoa-me:
Que eu possa ter sabedoria espiritual
E a mente de Buda;
Que eu possa ter sabedoria prajna e compaixão
E liberar os seres do sofrimento.

Ó grande e compassivo Buda!
Reconheço a tua presença na minha mente.
Compreendo que vim ao mundo dos humanos para ser feliz;
Entendo que faço parte da sociedade para contribuir;
Sei que estou a cultivar o caminho da iluminação para ajudar os demais.
Faço votos, a partir deste momento,
De beneficiar todos os seres sencientes
E despertar a mim e aos outros todos os dias;
Faço votos, a partir de hoje,
De trazer benefícios e felicidade para a nação e para as pessoas,
E trazer libertação a mim e aos outros, em todos os momentos.

Ó grande e compassivo Buda,
Por favor, aceita a minha prece sincera da manhã!
Ó grande e compassivo Buda,
Por favor, aceita a minha prece sincera da manhã!

Dedicação de Méritos

Cí bēi xǐ shě biàn fǎ jiè
Que a generosidade, a compaixão, a alegria e
a equanimidade permeiem todo o Universo.

Xí fú jié yuán lì rén tiān
Que todos os seres sencientes valorizem os méritos,
criem vínculos e beneficiem os Céus e a Terra.

Chán jìng jiè hèng píng děng rěn
Pratiquemos o Chan e o Terra Pura, sigamos os preceitos,
aceitemos tudo com equidade e tolerância.

Cán kuì gǎn ēn dà yuàn xīn
Façamos os Grandes Votos com espírito
de arrependimento e gratidão.

Prece ao Bodhisattva Avalokiteshvara devido ao Surto do novo Coronavirus (covid-19)

Prece ao Bodhisattva Avalokiteshvara devido ao Surto do novo Coronavirus (covid-19), pelo Venerável Mestre Hsing Yun

Ó grande e compassivo Bodhisattva Avalokiteshvara!
A epidemia do novo coronavrus, a COVID -19, que atingiu o globo
Deixou muitos com medo e aterrorizados pelo sofrimento.
Oramos pela tua compassiva atenção!
Oferece-nos coragem e sabedoria
Para enfrentarmos a epidemia sem medo,
Para enfrentarmos a calamidade com tranquilidade.
Ó grande e compassivo Bodhisatva Avalokiteshvara!
Algumas cidades estão fechadas,
alguns eventos foram cancelados,
Agora, precisamos inspirar-nos ainda mais no teu espírito de salvação
para cuidarmos uns dos outros e evitar o pânico,
para desejar o melhor uns pelos outros, ter confiança e destemor.
Neste isolamento temporário, aproveitemos para autorreflexão.
Durante esta temporária inconveniência,
podemos recitar o nome do Buda e aperfeiçoar a nossa prática.
Ó grande e compassivo Bodhisattva Avalokiteshvara!
Neste momento, precisamos estar mais unidos,
Acreditando que o governo vai resolver a crise o mais rápido possível,
Agradecendo à equipas médicas que tratam os enfermos com toda a sua disposição
E, não importa o quão difícil o mundo esteja,
Encarar tudo com compaixão e sabedoria.
Exercer as Três Boas Atitudes – fazer boas ações, dizer boas palavras e ter boas intenções – e cuidar do meio ambiente e dos animais,
Transformaremos a crise em paz.
Ó grande e compassivo Bodhisattva Avalokiteshvara!
Neste momento, honramos o seu nome,
“Namo Bodhisattva Avalokiteshvara!”
Que, aprendendo com a tua compaixão e sabedoria,
Transformemos os fenómenos preocupantes do mundo exterior.
Vamos afastar-nos de raciocínios discursivos e ilusórios
Contemplando com imparcialidade a essência dos seres humanos.
Vamos afastar-nos das discriminações e especulações
Contemplando com imparcialidade a essência dos fenómenos.
Vamos afastar-nos dos apegos e das complicações
Contemplando com imparcialidade a essência dos acontecimentos.
Ó grande e compassivo Bodhisattva Avalokiteshvara!  
Oramos para Ti
Pela rápida recuperação dos enfermos,
Que os desafortunados que se foram sejam recebidos pelo Buda e tenham partido em paz;
Que purifique a sociedade e nos mantenha distantes do surto;
Que todos estejam auspiciosos e em paz.
Ó grande e compassivo Bodhisattva Avalokiteshvara!
Por favor, aceita a minha mais sincera prece!
Ó grande e compassivo Bodhisattva Avalokiteshvara!
Por favor, aceita minha mais sincera prece!

Ven. Mestre Hsing Yun

Fonte: Templo Zu Lai

As quatro mulheres – Contos da Luz de Bodhi

Esta história é originalmente contada pela Mestre Miao Guo e pode ser escutada em inglês no canal Fo Guang Podcast em inglês.

As quatro mulheres

Estás a escutar os Contos da Luz de Bodhi. O podcast para pessoas conscientes, em movimento. A história de hoje é sobre as Quatro Mulheres. 

Era uma vez um homem rico, já idoso, que sabia que em breve iria morrer. 

Ele pensou: como não posso levar a minha riqueza, porque não encontro alguém para ir comigo para a próxima vida? 

Este homem idoso e rico tinha quatro mulheres. Primeiro chamou a quarta mulher a quem ele amava muito. Tu és aquela que eu amei mais. Comprei-te muitas  pérolas e diamantes. Quando morrer virás comigo? 

Ao ouvir isto a quarta mulher respondeu: Eu sou muito grata por me teres amado tão carinhosamente, mas quando morreres, esse será o fim da nossa vida juntos. Eu não quero ir contigo.

O homem idoso e rico pensou então na sua terceira mulher que sempre foi bem tratada e que nunca a abandonou. 

Após escutar o pedido do marido a terceira mulher respondeu: Eu ainda sou jovem e posso voltar a casar. Então, por que não tens alguma compaixão por mim e procuras outra pessoa? 

O velho homem virou-se para a segunda esposa que lhe respondeu – eu não posso ir contigo! Eu tomo conta de tudo nesta casa, mas não te preocupes, depois de morreres farei tudo para teres um bom funeral, pois és o meu marido. Prometo pessoalmente tomar conta do teu corpo no crematório.

Tendo sido rejeitado pelas suas três mulheres só lhe restava a primeira mulher que ele negligenciou durante muito tempo e a quem nada comprou. Provavelmente  ela nunca dirá sim, pensou. 

No entanto, continuava com medo de morrer só, então ganhou a coragem para perguntar à sua primeira mulher: 

Deixarei este mundo em breve, virás comigo? 

Inesperadamente, a primeira mulher disse: Somos marido e mulher. É suposto estarmos juntos. Para onde vás eu vou, quando morreres, é claro que eu  também irei contigo. 

A moral desta história é que cada um de nós tem quatro mulheres .

A amada quarta mulher representa o nosso corpo, que muitas vezes nos esquecemos de cuidar da sua saúde e usamos acessórios para torná-lo bonito, mas após morrermos, o corpo não pode vir connosco. 

A terceira mulher representa a nossa riqueza e, frequentemente, tentamos protegê-la porque temos medo de perder dinheiro, mas tristemente, quando morremos, não podemos levar nenhum connosco. 

A segunda mulher representa os nossos familiares e amigos, ocasionalmente damos-lhes algum amor e cuidado, mas após morrermos tudo o que podem fazer por nós é talvez mandarem-nos para o crematório e depois regressar à sua vida ocupada. 

A primeira mulher representa a nossa mente que, habitualmente, falhamos no seu cuidado até nos encontrarmos com a morte. Apenas a mente nos segue para todo a parte, no entanto, como estamos sempre tão perdidos nos nossos desejos, a mente tende a seguir maus e ilusórios caminhos, deambulando sem rumo, por isso, cuida do teu corpo e mantém-no saudável.

Aprecia as tuas possessões e a alegria que elas trazem. Acarinha os teus amigos e família pelo amor que providenciam, mas o mais importante é olhares pela tua mente e nutrires bondade. Passa algum tempo contigo mesmo a ler. Tem também tempo para cantar ou meditar porque a mente é a tua maior companhia, que levará os teus méritos e o resto dos teus afazeres para futuras vidas. 

Muito obrigado por escutares o podcast Contos da Luz de Bodhi. 

Subscreve estes contos e tem as suas histórias entregues a ti. 

Possa o teu dia ser preenchido com felicidade e sabedoria.

Contos da Luz de Bodhi é o canal de podcast do Templo Fo Guang Shan, em Portugal.

O que o Templo Fo Guang Shan Lisboa e a BLIA estão a fazer perante o COVID-19

Para auxiliar a contenção da pandemia, o templo encontra-se encerrado a partir do 15 de Março, até novas indicações que permitam encontros em segurança (poderás ler aqui o anúncio).

No entanto, queremos sempre auxiliar a nossa comunidade e também todos aqueles que têm um interesse pelo Budismo.

Para isso, vamos publicando gratuitamente ensinamentos do Ven. Mestre Hsing Yun, para que possam ir cultivando a sabedoria e compaixão. Além de consultarem o nosso blog frequentemente, podem também ir à página onde vamos colocando os ebooks da série “Budismo a cada passo“.

Vamos também publicando videos com mantras e cerimónias, para que possam acompanhar o espírito e ensinamentos de Fo Guang Shan.

Desejamos a todos nos nossos amigos e associados, muitos dias de saúde, compaixão e serenidade.

A Mi Tuo Fo.

O Sutra do Diamante e o Estudo da Sabedoria e do Vazio

O assunto deste livro é o Sutra do Diamante e o estudo da sabedoria (prajna) e do vazio (sunyata). O vazio não pode ser expresso em palavras.

No entanto, para perceber a sabedoria e a natureza do vazio, precisamos recorrer a alguns meios para falar sobre ambos.

Embora o que falamos não seja realmente nem sabedoria nem vazio, se puder nos dar uma aparência deles, será de grande ajuda para nós.

Podes ler o PDF ou fazer download aqui…

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