Os Dezoito Arhats, um ebook

Durante o seu tempo na terra, Buda teve milhares e milhares de discípulos. Entre os monges, os monásticos totalmente ordenados do sexo masculino, mais de duzentos e cinquenta tornaram-se “arhats”, praticantes que alcançaram a iluminação e a libertação. Entre os arhats, há dois grupos que se tornaram particularmente bem conhecidos: os “dez grandes discípulos” e os “dezoito arhats”.

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Ver Claramente – um ebook

A maioria de nós tem uma ideia do que constitui o espaço fora de nós – é o ambiente em que vivemos. Isso inclui a casa em que vivemos, a cidade em que vivemos ou até o mundo onde vivemos. Precisamos administrar o espaço fora de nós. Por exemplo, se desejamos viajar, precisamos saber que rota usar, que tipo de transporte precisamos, quanto tempo é necessário, o que precisamos levar para a viagem e que potenciais problemas podemos encontrar ao longo da viagem ou caminho. Se planearmos com antecedência, é provável que tenhamos uma viagem maravilhosa. Viagens mais longas, como viajar à volta do mundo ou para o espaço sideral, exigem um planeamento muito mais extenso, mas as considerações são praticamente as mesmas. Se nos esforçarmos para planear e entender, teremos uma boa oportunidade de gerir o espaço fora de nós.

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Os Cinco Preceitos – um ebook

Como resposta às necessidades dos principiantes no caminho budista, este texto oferece uma explicação dos cinco preceitos examinando o significado de cometimento com os cinco preceitos. O conteúdo deste texto serve de porta de entrada para o Budismo Humanista.

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O Budismo e a Cerimónia do Chá – um ebook

Crê-se que a China seja o local onde o chá foi inicialmente plantado; daí a alcunha  “Terra Materna do Chá.” De acordo com a lenda Chinesa, Shennung, o Cultivador Divino, descobriu o chá por acidente no ano 2737 a.C. A ele cabe a honra de ser considerado um dos três soberanos Chineses míticos, também creditado pela invenção da agricultura e fitoterapia.  Por motivos de higiene, Shennung bebia apenas água fervida. Aconteceu um dia em que estava a repousar debaixo de uma árvore do chá que uma brisa ligeira  agitou os ramos da árvore e fez com que algumas folhas caíssem dentro da água fervida que estava a preparar. A bebida resultante era deliciosa e revitalizante, e cria até com valor medicinal. O chá foi descoberto! 

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Grupo de estudo à quarta-feira 21h00 com o livro Quando Morremos

A partir do dia 20 de Janeiro de 2021, às 21h00 será realizado um grupo de estudo online, via zoom, com a Elisa Chuang sobre o livro Quando Morremos, do Venerável Mestre Hsing Yun.

Inscrições para elisachuang03@gmail.com

Podem descarregar o PDF do livro aqui…

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Quando morremos – um ebook

A morte não é um assunto fácil de falar. Se disser que a morte é seguida de sofrimento, podes começar a temer a dor da morte. Se pensares assim, não serás capaz de compreender a verdadeira natureza da morte. Se eu disser que a morte é seguida por uma serenidade pacífica, podes interpretar a morte como algo louvável e libertador. É melhor dizer que a vida não é necessariamente alegre e a morte não é necessariamente miserável.

Certa vez, houve um homem rico que teve um filho nos últimos anos de sua vida. Quando o menino nasceu, a casa encheu-se de convidados que vieram congratular o novo pai. Entre os convidados estava um mestre Chan que não se comoveu com as festividades ao seu redor. Em pouco tempo, ele começou a chorar.

O homem rico ficou intrigado e perguntou: “Mestre, o que há de errado? Porque está tão triste?”

O mestre Chan respondeu desanimado: “Eu choro porque adicionaste outra pessoa às fileiras dos mortos na tua família.”

Uma pessoa desperta vê o nascimento como uma extensão de uma vida anterior e a morte como o início de outra vida. O nascimento não é apenas viver e a morte não é apenas morrer. Quando vemos o nascimento e a morte como um só, o que há para nos alegrar ou lamentar?

Quando os chineses veem alguém com cem anos de idade, costumam congratula-lo e dizer: “Que viva até os cento e vinte anos!” Pensemos um pouco: chegar aos cento e vinte anos vale a pena comemorar? Se um homem vivesse cento e vinte anos, o seu filho de cem anos poderia ficar doente um dia e morrer. Um após o outro, o seu neto de oitenta anos e o seu bisneto de sessenta também podem morrer. Este velho não poderá mais desfrutar da felicidade de estar com os seus descendentes. Ele vive para ver a morte dos seus filhos e netos, até que esteja sozinho. Na vida de uma pessoa, não há nada mais difícil de suportar do que a morte de um filho. Longevidade não significa necessariamente felicidade. Frequentemente, com a longevidade vêm a solidão, o desamparo e a enfermidade física.

Assim como não devemos ser obcecados pela longevidade, também não devemos temer a morte. A mera menção da morte muitas vezes provoca muitas imagens assustadoras na mente das pessoas. Na cultura chinesa, muitas pessoas temem ser punidas depois de morrer – que terão que escalar montanhas de facas ou afogar em potes de óleo fervente. Se realmente entendêssemos a morte, veríamos que morrer não é diferente de receber um passaporte que nos permite viajar para outro país. Como isso seria libertador! A morte é um caminho que todos devemos percorrer. Como podemos enfrentar a morte de forma a nos sentirmos preparados e não oprimidos? Para fazer isso, devemos entender a morte, cuja natureza é discutida nas quatro seções seguintes.

Podes fazer download do PDF aqui…

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Os fundamentos do Budismo Humanista – um ebook

O fundador do Budismo, o Buda Shakyamuni, nasceu neste mundo. Cultivou-se a si mesmo nes- te mundo, alcançou a iluminação neste mundo e partilhou com os outros as verdades profundas que realizou neste mundo. O mundo humano foi enfatizado em cada coisa que fez.

Porque o Buda alcançou a iluminação como ser humano e não como ser celestial, asura, animal, fantasma, ou no inferno? Ao levar esta questão um passo mais à frente, porque o Buda não alcançou a iluminação no futuro distante ou no passado esquecido? Porque escolheu o nosso mundo e o nosso tempo? Apenas pode haver uma razão: Buda queria que os ensinamentos do Budismo fossem relevantes para o mundo humano.

A vida de Buda como ser humano podia servir como inspiração e modelo para a prática espiritual nas nossas vidas. Chamamos aos ensinamentos de Buda, “Budismo Humanista” para enfatizar que eles podem ser integrados em todos os aspetos das nossas vidas diárias.

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Fundamentos do Budismo Humanista

Celebração do Banho do Buda

As origens do banho do Buda

Todos os anos, o oitavo dia do quarto mês lunar é uma ocasião festiva para os budistas, pois marca o dia em que o fundador do budismo, Sakyamuni Buddha nasceu no Jardim de Lumbini, Kapilavatsu, no norte da Índia, como príncipe Siddhartha Gautama, 2600 anos atrás. Segundo os Sutras, as flores desabrocharam e nove dragões celestes apareceram derramando a mais pura chuva perfumada para limpar o recém-nascido príncipe. Portanto, a celebração do aniversário do Buda também é conhecida como “Celebração do Banho do Buda”.

Damos realmente um banho ao Buda? Não, é antes a purificação do Buda interior por meio de uma cerimónia envolvendo a imagem do Buda. A ênfase está em purificar a mente. Portanto, a celebração do nascimento de Buda deve ser conduzida com atitudes solenes que abrangem desenvolvimento moral, compaixão e respeito.

O quádruplo significado de banhar o Buda:

Enquanto banhamos o Buda, contemplamos a limpeza das nossas impurezas. Deve-se jurar renunciar à ganância, ódio e ignorância e purificar o corpo, a fala e a mente. Deve-se resolver fazer boas ações, pronunciar boas palavras e ter bons pensamentos para revelar a natureza inerente e realizar o puro corpo de Dharma do Buda.

Nas nossas vidas diárias, usamos água para nos limpar e lavar a roupa. Para purificar as impurezas, é preciso usar a água do Dharma. Banhar o Buda ajuda a contemplar a purificação das mentes lavando as impurezas com a Água do Dharma.

Banhar o Buda recorda-nos de manter uma mente pura. Ao banhar o Buda, deve-se contemplar se a mente é pura ou não. Ao procurar transformar uma mente contaminada na mente de Bodhi, deseja-se que a sociedade seja pacífica e imperturbável pela violência, deceção, inúmeros males, e que a Terra Pura da verdade, bondade e beleza possa ser estabelecida na Terra.

Além da comemoração do Buda, o foco está em purificar a mente. Deve-se dedicar os méritos de Banhar o Buda à emancipação dos pais, familiares e ancestrais das tribulações e à libertação de todos os seres sencientes nos seis reinos do sofrimento.

Benefícios de banhar o Buda

De acordo com o Sutra dos Méritos de Banhar o Buda, os benefícios de Banhar o Buda são os seguintes:

  • Desfrutará de riqueza, felicidade, boa saúde e longevidade.
  • Terá todos os seus desejos realizados.
  • Os seus pais, amigos e familiares estarão em harmonia.
  • A pessoa estará distante dos Oito Sofrimentos e cortará a fonte do sofrimento permanentemente.
  • Perceberá a iluminação rapidamente.

Atitude enquanto banha o Buda

  • Mantenha um estado de espírito alegre e tenha fé no mérito de Banhar o Buda enquanto une as palmas das mãos e se curva ao Buda.
  • Encha a concha com água perfumada conscientemente.
  • Enquanto banha o Buda, não se apresse e contemple o Dharma.
  • Derrame a água no ombro esquerdo do Buda e jure silenciosamente: Prometo parar de fazer más ações (ou seja, praticar boas ações).
  • Derrame a água no ombro direito do Buda e jure silenciosamente: Juro cultivar boas ações (ou seja, falar boas palavras).
  • Derrame a água no ombro esquerdo do Buda novamente e jure silenciosamente: Juro libertar todos os seres sencientes (ou seja, tenha bons pensamentos).
  • Depois de banhar o Buda, diz-se que alguém é completo em fé e voto, sendo abençoado com virtude e mérito. Faça outra reverência ao Buda para concluir a cerimónia.

Gatha do Banho do Buda

Agora sinceramente
banho todos os Tathagatas,
Ganhando méritos de
pura sabedoria e majestade;
Que os seres sejam livres
de todas as contaminações,
A assim possam atingir o
corpo puro do Dharma do Tathagata.

Poderás fazer aqui, um banho ao Buda, virtualmente…