Projeções positivas para a vida – um ebook

Quando nos sentimos perdidos na vida e não temos certeza do que fazer, muitas vezes tentamos procurar uma resposta ou um conselho. 

O Venerável Mestre Hsing Yun é frequentemente convidado a dar um conselho ou a dizer algumas palavras de encorajamento.

Por esse motivo, ele narrou 108 frases de sabedoria com base nas suas experiências pessoais de vida. Ele deseja que tais frases inspirem a atenção correta e ajudem os leitores a perceberem que são o seu próprio mestre, que devem suportar as consequências dos seus próprios atos e que o futuro está nas suas próprias mãos.

Vale a pena ler e guardar estas palavras de sabedoria e compaixão, para a purificação da nossa mente e para uma vida mais positiva e feliz.

Projeções Positivas para a Vida

Podes fazer o download do PDF de Projeções Positivas para a Vida” aqui…

De forma a ser bem-sucedido, o caminho deve ser claro, os assuntos devem ser claros, a razão deve ser clara e a comunicação entre as pessoas deve ser clara.

Ven. Mestre Hsing Yun

Mereces ser feliz, porque és o teu próprio mestre.

Ven. Mestre Hsing Yun

Quanto maior o teu coração, maiores as tuas conquistas.

Ven. Mestre Hsing Yun

De onde viemos, para onde vamos – aula de Dharma no dia de iluminação de Buda

No dia 2 de Janeiro celebramos o Dia de Iluminação de Buda com uma aula de Dharma, na Amadora, pela nossa supervisora Elisa Chuang. Esteve também presente a presidente da Sub-delegação Portuguesa, Ana Henriques. Na aula participaram cerca de 30 pessoas.

Falou-se sobre a origem da vida, causas e condições, karma e os doze elos. No final, partilhamos a sopa de arroz Laba Congee, de oito ingredientes.

O nosso agradecimento à Elisa, à Ven. Mestre Chue Yann e a todos os membros da BLIA.

Falar sobre Amor e Afeto – um ebook

Amar é algo de extraordinário e é um ato que reservamos apenas para determinadas condições. No entanto, o Amor e Afeto podem ser manifestados nas mais diversas relações, não só interpessoais, mas também imateriais.

Neste pequeno livro, o Ven. Mestre Hsing Yun elucida numa perspetiva simples e profunda estes conceitos – Amor e Afeto.

Falar sobre Amor e Afeto

Normalmente, a maior parte das pessoas vem a associar o Amor e o afeto com aquilo que existe estritamente dentro duma relação amorosa. Ou seja, entre uma relação de um homem com uma mulher. Isto não está errado, mas também não está propriamente certo. O amor e o afeto também estão presentes noutras relações, como por exemplo: as relações familiares, de amizade e até entre os cidadãos de uma nação. O mundo do amor e do afeto é amplo e expansivo. Não amamos só os nossos pais, amigos ou países, também podemos amar outras coisas. Algumas pessoas amam as plantas e as flores; outras, amam os seus animais. Outros amam colecionar pedras minerais, selos, caixas de fósforos, extraindo muito contentamento desse próprio de colecionar.

Ven. Mestre Hsing Yun – Falar Sobre Amor e Afeto

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Sobre o amor, o Ven. Mestre Hsing Yun indica-nos as seguintes guias para o desenvolvermos:

  1. Amar inteligentemente – Devemos usar a sabedoria para purificar o nosso amor.
  2. Amar com compaixão – Devemos usar a compaixão para manifestar o nosso amor.
  3. Amar de acordo com o Dharma – Devemos usar o Dharma para guiar o nosso amor.
  4. Amar moralmente – Devemos usar a moral e a ética para guiar o nosso amor.

Mesmo em relação àqueles que não o trataram justamente, Buda dá-nos um exemplo:

Vendo a maneira como Buda lidou com a relação podemos dizer que para amar verdadeiramente uma pessoa é necessário ajudá-la a crescer e mantê-la num bom caminho; amar uma pessoa não significa necessariamente ter uma história como um conto de fadas, em que os dois vivem uma vida juntos, felizes para sempre. Buda não amava só a sua família; ele também amava todos aqueles que lhe eram hostis. Apesar do seu primo, Devadatta, tratar Buda como um inimigo, ele nunca lhe guardou rancor. Em vez disso, o Buda dizia a todos que Devadatta era um bom professor seu que o ajudava na sua cultivação. Sem a escuridão como é que vamos aprender a apreciar a luz? Sem o mal como é que vamos aprender a apreciar a bondade da verdade? Sem Devadatta, como vamos nós aprender a ver a grandeza do Buda?

Ven. Mestre Hsing Yun – Falar sobre Amor e Afeto

E dá-nos algumas lições para ter em atenção a atos nossos que parecem amor e nem sempre o são, mas que nos levam a crescer grandemente quando são refinados e compreendidos:

O amor começa em casa. Amamos os nossos cônjuges, os nossos filhos e os nossos irmãos. A partir daí, estendemos o nosso amor para os nossos parentes e amigos. E sem mais tardar, o nosso amor abrangerá todos os seres humanos e todos os seres em geral. Um amor possessivo amadurece e torna-se num amor em que há algo para oferecer, e finalmente torna-se no amor iluminado que os bodhisattvas nutrem por nós. Este tipo de amor figura naquele tipo de grande compaixão que pode ser resumida por este ditado, “Por mais que deseje que todos os seres sencientes estejam livres do sofrimento, eu nunca encontraria prazer se fosse o único a alcançá-lo.” O Amor é como a água. Por um lado, pode nutrir as nossas vidas; por outro, também nos pode afogar. Assim, se não soubermos amar em condições, o amor pode nos trazer grandes problemas e arruinar as nossas vidas.

Amor e Afeto são duas condições que valem a pena ser desenvolvidas para o nosso crescimento individual e também comunitário. Comprendendo a sua importância, conseguimos até compreender como um grande amor pode trazer um grande sofrimento.

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A Perspetiva Budista da Vida e da Morte

Por vezes andamos à volta dos nossos próprios conceitos sobre a vida e o destino. Tanto andamos à volta que muitas vezes perdemos a perspetiva saudável sobre o nosso próprio caminho.

Acrescentando definições incorretas, aculturações ou tentando colocar de parte as nossas responsabilidades pelas nossas ações, a vida e o destino podem tornar-se um peso bastante insuportável.

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A PERSPETIVA BUDISTA DA VIDA E DO DESTINO – VEN. MESTRE HSING YUN

Publicado pela primeira vez em 1997, a Perspetiva Budista da Vida e do Destino é um dos muitos livrinhos que o Mestre Hsing Yun criou para explicar temas fundamentais do Budismo, dando especial enfoque à sua perspetiva do Budismo Humanista.

Este é um livrinho escrito de forma clara, com exemplos da história budista chinesa e ainda particularidades da vida do Mestre Hsing Yun.

Dos inúmeros assuntos da vida, tendemos a nos ocupar com aqueles que têm uma relação direta conosco. Dessas preocupações, o destino tem uma importância universal, no entanto, as noções da sua influência e funcionamento são bastante divergentes. Quando enfrentam dificuldades, alguns resistem amargamente ao seu destino, sustentando que todas as circunstâncias – boas ou más – são predeterminadas. Outros – os otimistas despreocupados – aceitam inquestionavelmente situações difíceis, passivamente satisfeitos com o que têm. Quer nos encontremos no topo ou no fundo do que parece ser a roda da fortuna da vida, não temos que resistir nem aceitar o destino. A perspetiva budista da vida e do destino gira para nós uma escolha diferente. Este livreto revela uma visão penetrante do maravilhoso funcionamento da vida e do destino. 

Ven. Mestre Hsing Yun – A perspetiva da Vida e do Destino

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Celebração do Aniversário de Buda, 2019

Dia 26 de Maio, das 12:00 às 20:00 teremos a Cerimónia Vesak, que representa a celebração do Aniversário de Buda.

Será no Jardim Vasco da Gama, em Belém.

ENTRADA GRATUITA e todos são bem vindos.

12:00-20:00 – Workshop de Comida Vegetariana
12:00-20:00 – Relíquias do património Budista
15:00 – Lançamento do livro “A biografia do Buda Shakyamuni” do Venerável Mestre Hsing Yun
15:30-20:00 – Purificação da mente pelo banho ao Buda
16:30-19:00 – Atuações Culturais

O Buda discursa sobre o Sutra Ullambana

Assim eu ouvi, uma vez, Buda esteve em Sharavarsti, no jardim do benfeitor dos órgãos e dos solitários.

Mahamaudgalyayana recentemente obteve os seis discernimentos e desejou retribuir ao seu pai e mãe falecidos, pela sua bondade em criá-lo.

Assim, ao usar o seu olho interior, ele observou o mundo e viu que a sua mãe falecida renasceu entre os fantasmas famintos, não tendo nem comida nem bebida, ela era apenas pele e ossos.

Mahaudgalyayana sentiu profunda piedade e tristeza, encheu uma taça com comida e tentou ir alimentar a sua mãe. Ela tomou a taça, segurou-a com a mão esquerda e com a direita agarrou um punhado de comida. Mas, antes de a comida entrar na sua boca, tornou-se em pedaços de carvão ardente que não podiam ser comidos.

Mahamaudgalyayana chamou-a e chorou tristemente, indo rapidamente de regresso a Buda para relatar tudo isto.

Buda disse, “as ofensas da tua mãe são profundas e firmemente enraizadas. Tu apenas não tens o poder suficiente. Apesar do teu amor filial mover o céu e a terra, os espíritos do céu, os espíritos da terra, os demónios retorcidos, todos aqueles fora do caminho, Brahmans e os quatro deuses reis celestiais, todos juntos não têm também a força suficiente. O maravilhoso poder espiritual da Sangha reunida das dez direções, é necessária para a libertação ser alcançada.

Eu irei agora falar sobre o dharma da salvação, que mostra as causas de todos aqueles que estão em dificuldades, para abandonarem a preocupação, o sofrimento e para erradicar os obstáculos causados pelas ofensas.

O Buda disse a Maudgalyayana: “O décimo Quinto dia do sétimo mês é o dia Pravarana para a Sangha reunida das dez direções. Pelo bem dos pais e mães de dez gerações passadas, assim como dos pais e mães do presente que estão em perigo, deve ser preparadas oferendas em recipientes límpidos cheios de centenas de aromas, dos cinco frutos e outras oferendas de incense, óleo, lâmpadas, velas, camas e roupas de cama, tudo do melhor do mundo, para a grande e virtuosa Sangha reunida das dez direções. Nesse dia, toda a santa Assembleia, quer nas montanhas onde praticam dhyana samadi, ou obtendo os quatro frutos do caminho, ou caminhando debaixo de árvores, ou usando a independência dos seis discernimentos para ensinar e transformer solidamente os ouvintes e aqueles iluminados pelas condições. Ou provisoriamente manifestando-se como bhikshus quando na verdade são grandes Bodhisattvas no décimo patamar, todos completes em puros preceitos com virtudes como um oceano do caminho santo, devem juntar-se em grande Assembleia e todos os que são semelhantes em mente, recebem a comida pravarana.

Se alguém fizer oferendas a esta Sangha de provarana, o seu pai e mãe, os seus parentes de sete gerações, assim como seis tipos de familiares próximos irão escapar dos três caminhos do sofrimento. E nesse tempo, irão alcançar libertação.

O seu vestuário e alimento irá surgir espontaneamente. Se os pais estiverem vivos, eles irão ter prosperidade e bênçãos por uma centena de anos. Os pais de sete gerações irão renascer nos céus. Ao renascer transformados, irão independentemente entrar na luz da flor celestial e experimentar bênçãos ilimitadas.

Nessa altura, Buda indicou à Sangha reunida das dez direções para recitar mantras e votos pelo bem da família daqueles que doaram, pelos parentes das sete gerações.

Após praticarem a concentração dhyana, eles poderão aceitar a comida. Quando receberem a tigela, coloquem primeiro perante o Buda, na stupa. Quando a sangha reunida terminar os mantras e os votos, então eles devem aceitá-las.

Nesse momento, o bhikshu Maudgalyayana e o grupo de grandes Bodhisattvas, estavam extremamemte deleitados e o som de tristeza do choro de Maudgalyayana, cessou.

Nesse momento, a mãe de Maudgalyayana obteve a libertação de um kalpa de sofrimento como fantasma faminto.

Maudgalyayana dirijiu-se a Buda e disse, “os pais deste discípulo receberam o poder do mérito e virtude da jóia tríplice pelo fantástico poder espiritual desta Sangha reunida.

Se no futuro, os discípulos de Buda praticarem o amor filial ao oferecerem nas bacias de Ullambana, eles serão capazes de fazer passar os seus pais e mais presentes, assim como aqueles das sete gerações passadas?”

O Buda respondeu, “em verdade é bom, estou feliz por ter colocado essa questão. Eu queria mesmo falar sobre tal e agora questionou isso mesmo.

Bom homen, se bhikshus, bhikshunis, reis, princesas da coroa, grandes ministros, grandes oficiais, membros do governo, centenas de oficiais e as dezenas de milhares de cidadãos desejarem praticar compassivamente o amor filial, pelo bem dos seus pais que os criaram, assim como pelo bem dos pais e mães de sete vidas passadas, no décimo quinto dia do sétimo mês, no dia do deleite de Buda, no dia do Pravarana da Sangha, eles devem colocar centenas de sabores de comida nas bacias Ullambana e oferecê-las à Sangha Pravarana das dez direções.

Eles devem fazer voto da causa da longa vida dos pais e mães presentes, de alcançar centenas de anos sem doença, sem sofrimento, aflições ou preocupações e também fazer voto da causa de sete gerações de pais e mães para abandonarem o sofrimento dos fantasmas famintos, para nascerem entre homens e deuses e para terem bênçãos e felicidade sem limite.

 

O Buda disse a todos os bons homens e boas mulheres, “aqueles discípulos de Buda que cultivarem uma conduta filial, devem em pensamento atrás de pensamento, constantemente lembrarem-se dos seus pais e mães presentes, quando estiverem a fazer oferendas, assim como dos pais e mães de sete vidas passadas. Todos os anos, no décimo Quinto dia do sétimo mês, devem sempre, plenos de compaixão filial, lembrarem-se dos seus familiares que os trouxeram à vida e àqueles de sete vidas passadas e pelo seu bem, realizar a oferenda da bacia de Ullambana ao Buda e à Sangha, pagando assim a bondade dos pais que os criaram e nutriram. Todos os discípulos de Buda devem receber, respeitosamente, este dharma”.

 

Nessa altura, o bhikshu Maudgalyayana e os quatro grupos da Assembleia de discípulos, escutando o que Buda disse, praticaram-no em deleite.

 

Fim do discurso de Buda sobre o Sutra Ullambana. Palavras verdadeiras para retribuir a bondade dos pais.

O verdadeiro significado do Amor pelo Ven. Mestre Hsing Yun

O amor tem muitos rostos – egoístas ou incondicionais, contaminados ou puros, finitos ou infinitos e vulgares ou transcendentes. O amor é um instinto. Pode dar-nos força e esperança, mas deve cumprir a moral e a lei para que seja inestimável.
Tudo seria impossível se não houvesse amor. Precisamos de amor para ter amplas afinidades com os outros e um coração de ouro. Deve haver amor entre marido e mulher, pais e filhos e entre amigos. Devemos esforçar-nos para ser como um bodhisattva, que tem bondade e compaixão por todos os seres. Não haveria ordem ou moral se não houvesse amor, porque o amor mantém nossas relações pessoais e estabelece as diferenças entre amigos e famílias.
O amor não é um caminho unidirecional. O verdadeiro amor não é uma possessão, é um sacrifício. Se realmente amamos alguém, devemos ajudá-lo a realizar tudo na vida e desejar-lhe a melhor sorte. No entanto, devemos ter um pouco de discrição com o amor. Deve haver diferenciação entre os objetos do nosso amor. A verdade, a justiça e o bem devem estar no topo da nossa lista, enquanto as mentiras, a injustiça e o mal sempre devem ser excluídos. Devemos também esforçar-nos para ampliar o alcance do nosso amor. Os objetos do nosso amor não devem incluir apenas os nossos entes queridos, mas também o nosso país, o mundo e também a nossa raça que deve estar em paz.
Ao olhar para a sociedade de hoje, vemos poucos exemplos de amor verdadeiro. O que vemos são distorções e abusos do amor. Em vez do amor verdadeiro, há luxúria e ganância. Sem boas causas e condições, o amor pode instigar o crime. Isso pode prejudicar-nos, bem como a outros. Por exemplo, o amor mal colocado entre homens e mulheres pode resultar em adultério ou relacionamentos ilícitos.
Para ter amor duradouro, primeiro devemos cultivar boas causas e condições. Devemos aprender a ter o tipo certo de amor, amor que pode levar ao cumprimento da verdade, da beleza e da bondade. No amor verdadeiro, devemos usar a compaixão para purificar os objetos do nosso amor. No amor verdadeiro, devemos usar a sabedoria para liderar os nossos entes queridos na direção certa. No amor verdadeiro, devemos usar bondade e bondade para ajudar os outros a alcançar seus objetivos. No amor verdadeiro, devemos usar a moral para proteger todo o ser vivo. Como o significado da vida vem do amor, devemos usar aquele amor que é verdadeiro e purificado para dignificar este maravilhoso mundo nosso.

Dia de Prática de Buda Amitabha – 10 de Dezembro

Dia 10 de dezembro, domingo, será dia de prática do Buda Amitabha, um dia de prática em silêncio.
Recitação de sutra Amitabha, nome de Amitabha, meditação nos vários horários, s11:45 a 12:30 cerimónia de oferenda.

Meditação
7:30-8:45,  10:00 – 11:30,  11:45-12:30,  14:30-15:45,  16:15-18:00

Refeições
12:30-13:45 almoço , 18:15-19:00 jantar
Inscrições para geralg2@ibps.pt

Cerimónia do Buda de Medicina no templo de Vila do Conde

No passado dia 14 de Novembro foi realizada a cerimónia do Buda de Medicina no qual também participaram os membros da BLIA em Guimarães, que deixam o seu testemunho:

Eu senti-me bem na cerimónia do Buda da Medicina! Senti-me de mente quase vazia no início e depois fui despertando para um certo desconforto no braço! Essa dor foi passando à medida que cantávamos o mantra! Foi muito bom ter vindo ao templo! Fomos recebidos com muita alegria!
Marta

Foi uma cerimônia de muita paz, ao longo da cerimônia as minhas mãos foram aquecendo e ao mesmo tempo esse calor tornou a minha mente serena. Grato por esta experiência, foi uma alegria ter partilhado estes momentos com todos vós.
Carlos

Sinto sempre uma grande alegria interior quando venho às cerimônias. Mesmo não percebendo o que dizem, sinto-o profundamente no meu coração.
Somos sempre recebidos com muito carinho por todos! Um muito obrigada.
Sílvia

Palestra da Ven. Mestre Juerong sobre o Sutra de Vimalakirti

No dia 20 de Julho realizou-se a aula de Dharma da Ven. Mestre Juerong sobre o Sutra de Vimalakirti, com perto de 100 participantes.

Este sutra fala sobre a atitude de um praticante laico, Vimalakirti, que nos traz lições tão valiosas como o seguinte ditado – “não por comida podre numa tigela de jóias”, o que significa que devemos adequar os ensinamentos a quem está a escutar.

Este é o papel do budista laico, praticar para alcançar uma mente positiva, para depois poder também ensinar e incentivar outros.

O nosso agradecimento às causas e condições que puderam trazer a Ven. Mestre Juerong até Lisboa e a todos os participantes.

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